O pré-candidato ao Senado, Capitão Contar (PL), manifestou-se sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a conversão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro para o regime domiciliar temporário. A medida, que tem validade de 90 dias, foi concedida para que Bolsonaro possa tratar um quadro grave de broncopneumonia.
Para o Capitão Contar, embora a decisão represente um alívio imediato para o estado de saúde do ex-presidente, ela ainda está longe de reparar o que ele classifica como uma injustiça.
“Essa decisão está muito longe do mínimo do que a gente esperava, mas por 90 dias ele agora retorna para casa, sob os cuidados da sua família. Deus está contigo e nós estamos por você”, declarou Contar em vídeo publicado em suas redes sociais.
Saúde e Dignidade Humana
Contar relembrou o histórico médico delicado de Bolsonaro, agravado desde o atentado sofrido em 2018. O ex-presidente, hoje com 71 anos, enfrentou diversas internações e cirurgias recentes, incluindo procedimentos para tratar uma hérnia e problemas gástricos crônicos.
Em sua análise, o pré-candidato ao Senado criticou duramente a manutenção do regime fechado diante da fragilidade clínica do líder conservador. “Bolsonaro tem apresentado problemas gravíssimos de saúde. É um senhor de 71 anos que quase foi morto a facada em 2018. Em primeiro lugar, essa prisão jamais deveria ter acontecido por não haver crime algum. Segundo, do jeito que estava, preso e doente, a situação parecia uma pena de morte antecipada”, afirmou o Capitão.
Para ele, o momento é de união e fé. “A domiciliar temporária vem ao encontro do entendimento de médicos e da própria PGR. É um avanço. Deus é maior e ele sairá dessa situação”, concluiu Contar.

