Assessoria de Imprensa
O deputado estadual Capitão Contar (PL) concedeu entrevista ao podcast de Três Lagoas, Podteras na noite da última terça-feira (22). A participação do parlamentar aconteceu através de live transmitida pelas redes sociais do canal.
Durante a entrevista Capitão Contar falou da sua carreira militar, como começou na política, sobre os projetos apresentados na Assembleia Legislativa de MS, as bandeiras que defende, sua opinião sobre pesquisas de intenção de votos, corrupção, o apoio incondicional ao presidente Bolsonaro e sobre sua pré-candidatura para o governo do estado.
Questionado sobre qual seria a função das pesquisas, Capitão Contar disse que elas servem para obter dados e traçar estratégias de ações, seja no campo comercial, científico e até mesmo eleitoral. No entanto, destacou que do jeito que são feitas, elas não refletem a realidade.
“No caso eleitoral, eles deveriam ser usados no sentido de balizar as ações do partido, para que os seus candidatos se aproximem de uma realidade mais próxima do cidadão. Saber qual a prioridade naquele município, quais as percepções sobre um cenário político. No entanto, o que vemos são pesquisas que se afastam muito da realidade que vemos. Eu, por exemplo, não acredito que o Lula está na frente do Bolsonaro. Em 2018 muitas pesquisas erraram feio, inclusive comigo, colocando uma dúvida na cabeça do eleitor. Então, quando elas não são fidedignas, as pesquisas podem induzir o eleitor a uma realidade não condizente. Podendo sim, afetar o resultado de uma eleição. Isso tem que ser muito bem acompanhado pelos fiscais e pela justiça eleitoral”.
Segundo Contar a responsabilidade de tirar os corruptos do poder é dos eleitores. “Cabe ao leitor escolher o seu candidato. Claro, que eu não concordo que corruptos possam ser candidatos. A lei da ficha limpa está aí para ser cumprida e tem que valer para todos. Mas, no nosso país, você sabe como é. Aliás, na minha opinião nem deveria ter lei para isso. O próprio bom-senso por si só , excluiria todo elemento corrupto das eleições, não é verdade? Se eu sei que o cara foi condenado, que o cara meteu a mão, tô vendo que tá andando com bandido, eu não vou votar nele. Esse bom-senso deveria ser uma regra geral. Do candidato ser derrotado nas urnas. Tem um pré-candidato a presidente da república, um ex-condenado, ex-presidiário, alguém que foi livrado pelas próprias cortes de justiça que ele mesmo nomeou. Então, é um círculo vicioso. Acredito que se todo mundo tivesse liberdade, consciência,discernimento para poder escolher seu candidato, a gente nem iria precisar de lei de ficha limpa.
Quanto a ser candidato a governador de MS, Capitão Contar respondeu, “Já provei nesses anos de trabalho que eu não tenho nenhum medo de enfrentar o sistema. E que aqui é Bolsonaro de verdade, não de fotografia. Eu coloquei meu nome à disposição do partido (PL) e quem vai decidir isso é o próprio partido. Meu compromisso é com o presidente Bolsonaro. Qualquer coisa fora disso, é especulação da oposição”, concluiu.

