“Momento de unir forças pelo Brasil”, diz Capitão Contar em ato de filiação do PL

Em ato de filiação do PL-MS, Capitão Contar, pré-candidato a senador, discursa ao lado de lideranças e destaca união pela “missão de mudar o nosso país"

Durante o ato de filiação do Partido Liberal em Campo Grande, nesta segunda-feira (30), as principais lideranças políticas do estado se reuniram em prol de Mato Grosso do Sul e do Brasil. O evento não apenas marcou a chegada de novos nomes à sigla, incluindo cinco deputados estaduais, consolidando a maior bancada da Assembleia Legislativa de MS, como também confirmou a unidade do partido em torno das eleições de 2026.

Para Capitão Contar, pré-candidato ao Senado, o momento atual exige responsabilidade e união. “Hoje não é apenas um ato de filiação. É uma tomada de posição por Mato Grosso do Sul e pelo Brasil. Estamos reunidos por responsabilidade com o presente e com o futuro do país”, afirmou o pré-candidato.

Segundo ele, o PL é o maior partido de direita do Brasil e seu fortalecimento no estado está diretamente alinhado ao projeto nacional de construir uma maioria sólida no Congresso, focada na defesa da Constituição e das liberdades individuais.

Durante o discurso, o Capitão alertou para a sensibilidade do atual momento institucional brasileiro.“O Brasil vive um dos momentos mais sensíveis da sua história. As decisões de agora terão impacto por décadas. Precisamos de uma maioria no Congresso que tenha firmeza para defender a Constituição, proteger as liberdades e garantir segurança e equilíbrio entre as instituições. É um compromisso com a dignidade humana, com a liberdade econômica, com o respeito e a divisão entre os poderes. É isso o que o PL representa e cada um de nós tem uma missão”, destacou.


Ao finalizar, o pré-candidato reafirmou seu senso de dever com o estado: “Fortalecer o Congresso hoje não é estratégia eleitoral, é garantia de futuro. Aceitei essa missão com senso de dever. E é aqui, hoje, que começa a construção de uma maioria comprometida com o Brasil. Vamos fazer história”, concluiu.

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