Contar se reúne com representantes da classe artística e esclarece que projeto contra erotização infantil não proíbe danças

Autor do Projeto de Lei de combate à erotização infantil nas escolas de Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Capitão Contar (PL) esclarece que a proposta não proíbe nem cita danças do ventre ou faz qualquer menção a ritmos ou tipos de dança.

Assessoria de Imprensa

Autor do Projeto de Lei de combate à erotização infantil nas escolas de Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Capitão Contar (PL) esclarece que a proposta não proíbe nem cita danças do ventre ou faz qualquer menção a ritmos ou tipos de dança.

A informação equivocada vem repercutindo entre profissionais de dança depois que a dança do ventre foi citada durante a votação do projeto 231/2019 na Assembleia Legislativa. Contar reafirmou seu posicionamento: “Eu tenho profundo respeito e admiração por todos os estilos de danças. O projeto visa proteger o ambiente escolar onde trabalham pessoas dignas, professores honrados, onde tem crianças sendo preparadas para o futuro do País, onde tem os pais confiando que ali não está havendo qualquer tipo de ideologia”.

Na tarde desta quinta-feira (17), o parlamentar se reuniu com professoras de dança do Coletivo de Dança do Ventre e Tribal de Campo Grande/MS – CDAT, Hana Aysha e Meri Najla, que divulgou uma nota de repúdio veiculada nesta manhã. Na reunião, as representantes reconheceram que não conheciam a íntegra do projeto e constataram que não há qualquer menção à dança do ventre ou qualquer outro ritmo.

 

Contar também esteve com o Cônsul honorário da República do Líbano em Campo Grande, Eid Toufic Anbar, que também reconheceu que não há proibição à dança do ventre.

Em nota publicada em seu site, o Deputado se coloca à disposição da classe artística: “Sou e sempre serei um defensor da cultura, da tradição, da família e da educação. As manifestações artísticas são formas de mantermos unidas as nossas crenças e tradições. E tenho certeza que suas expressões originais contribuem muito na formação de nossas crianças. Me coloco à inteira disposição para discutir, debater e, inclusive, fomentar a cultura em nosso Estado”.

Redação Final.

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