Requerimentos apresentados por Capitão Contar destacam perfil fiscalizador do deputado

O deputado estadual Capitão Contar (PRTB) encerra seu primeiro mandato, sendo um dos parlamentares mais combativos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Sempre pautado pela ética, coerência e pelas bandeiras que o elegeram em 2018, sendo o quarto mais votado no Brasil, ao longo do seu mandato Capitão protocolou 227 requerimentos prezando pela ampliação da transparência e na utilização correta dos recursos públicos.

Assessoria de Imprensa

O deputado estadual Capitão Contar (PRTB) encerra seu primeiro mandato, sendo um dos parlamentares mais combativos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Sempre pautado pela ética, coerência e pelas bandeiras que o elegeram em 2018, sendo o quarto mais votado no Brasil, ao longo do seu mandato Capitão protocolou 227 requerimentos prezando pela ampliação da transparência e na utilização correta dos recursos públicos.

Capitão cobrou do Governo do Estado sobre os gastos com campanhas e produção de materiais de publicidade e propaganda relacionadas com a Covid-19. O Executivo não respondeu o parlamentar e não forneceu os documentos solicitados. No Portal da Transparência é possível verificar que foram empenhados mais de R$11 milhões e pagos quase R$11 milhões com serviços de publicidade e propaganda. No entanto, no link não são especificados se os R$11 milhões são referentes ao processo principal, ou se abriram outro processo. Além do valor, no portal não tem informação nenhuma.

Outro reflexo do trabalho de fiscalização realizado por Capitão Contar durante a pandemia o MPE instaurou procedimento preparatório para apurar supostas irregularidades em processos de compra de máscaras N95/PFF2 em caráter emergencial pela Prefeitura de Campo Grande, com recursos do Governo Federal. Contar também questionou na época o processo para adquirir 28.834 caixas de máscaras cirúrgicas descartáveis, totalizando R$ 2.566.226,00 o equivalente à R$ 89,00 a caixa, totalizando uma compra de 1.441,700 reais sendo que a unidade, sairia por  R$1,78. Após a denúncia do Deputado Capitão e ampla divulgação da mídia, esse contrato foi cancelado.
Destaca-se também o requerimento enviado para a Casa de Leis, em abril de 2020, pedindo informações do Governo do Estado sobre a compra das cestas básicas compradas com dinheiro da Covid pelo Executivo. Após a denúncia ficou concluído pelo Ministério Público Estadual que houve superfaturamento de R$ 2,4 milhões na compra de 60 mil cestas básicas com recursos da Covid-19, na gestão do Governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Como resultado foi deflagrada a Operação Penúria.

“Foram muitos os desafios enfrentados durante esses quatro anos de mandato, apresentei propostas para redução de impostos, ampliar a transparência e fortalecer as ações de combate à corrupção e o desperdício de recursos públicos. Foram quatro anos de muito trabalho e de avanços e agradeço a todos que contribuíram nesta missão de servir ao nosso Estado. Vou continuar contribuindo com nosso Mato Grosso do Sul, fiscalizando, denunciando e sendo um cidadão atuante e defensor da nossa Pátria”, finaliza Capitão Contar.

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