Capitão Contar acredita que Bolsonaro segue ainda mais forte e será reeleito em qualquer cenário

Capitão Contar

Com relação às decisões em favor de Lula, o momento é de muita atenção e cautela. O STF mostrou ao mundo que o crime compensa por aqui. É claro que isso tudo nos enoja, nos envergonha e nos faz acreditar em 142 motivos para querermos chutar o pau da barraca, apertar um botão reset e passar a limpo toda a podridão que assola nosso Brasil. (Não faço aqui qualquer apologia a golpe ou ditadura.)

Mas vamos aos fatos. Os membros do STF são indicações políticas de governos anteriores (petistas) e, por mais revoltante que seja, foram cautelosamente escolhidos para proteger esses interesses.

O mesmo foi feito com estatais, partidos políticos, agências e grupos da imprensa. Só não enxerga quem não quer.

O problema do STF pode ser corrigido com a revogação da PEC da Bengala, que aposentaria ministros mais idosos e abriria novas indicações ao STF, enfraquecendo o aparelhamento estabelecido. Essa é uma pauta importantíssima que tramita na Câmara Federal, cuja autora é a Dep Bia Kicis. Fiquemos atentos!

Com relação às estatais, agências e imprensa, o desaparelhamento (desmama) está sendo feito pelo Presidente Bolsonaro, com constantes revisões de nomeações e concessões, bem como ações de combate à corrupção. É por isso que o presidente sofre tantos ataques e tudo vira embate político para desconstruir o seu trabalho. Quando ouvimos algum “mimimi” por aí, na verdade é o choro natural da desmama.

Sobre 2022, se o Luladrão for candidato (ou seja, se for concretizada a maior aberração político-eleitoral da história) essa polarização fortalece ainda mais Bolsonaro. Não tenho dúvidas de que será reeleito em qualquer cenário. Podem vir!

Triste é saber que mesmo depois de tanta usurpação e corrupção, nosso povo ainda idolatra bandidos, assassinos, canalhas e hipócritas. Não quero aqui culpar nem desejar mau a essas pessoas. Mas se querem representantes assim, mudem-se para países de regimes comunistas e totalitários. Lá serão bem-vindos.

O jeito é pegar essa sensação ruim e transformar em motivação para ir às ruas, pressionar nossos políticos e defender as pautas prioritárias, incluindo a do voto impresso, como uma segurança para auditarmos as urnas eletrônicas nas próximas eleições.

Eu jamais irei desistir do meu país. Não desista você também. Que Deus nos abençoe e nos proteja!

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