Contar alerta para rombo nas contas públicas e defende austeridade para recuperar a economia

Pré-candidato ao Senado pelo PL afirma que o déficit bilionário reflete a falta de responsabilidade fiscal do governo Lula

O déficit do governo central no primeiro semestre deste ano, de R$ 92,2 bilhões, acendeu um sinal de alerta em diferentes setores da economia brasileira. Trata-se do segundo pior resultado da série histórica iniciada em 1997, ficando atrás apenas do registrado em 2020, período marcado pelos impactos da pandemia da Covid-19.

Para o pré-candidato ao Senado pelo PL, Capitão Contar, os números confirmam o rumo preocupante da economia brasileira nos últimos três anos e meio. “Tudo isso foi alertado ainda no governo Bolsonaro pelo então ministro da Economia, Paulo Guedes. Quando o Estado gasta sem controle, o resultado não poderia ser diferente. Hoje vivemos um cenário de grave desequilíbrio fiscal”, afirma.

Contar ressalta que, apesar da arrecadação de tributos bater sucessivos recordes, as despesas continuam crescendo em ritmo superior às receitas. “A carga tributária brasileira alcançou um dos maiores níveis da história. Nunca se pagou tantos impostos. O trabalhador e o empresário estão no limite. É preciso interromper essa escalada de gastos e devolver equilíbrio às contas públicas”, argumenta.

O pré-candidato observa que o desempenho das contas do governo compromete o cumprimento da meta fiscal estabelecida pela própria equipe econômica. Segundo ele, a previsão de alcançar superávit primário de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, equivalente a cerca de R$ 34 bilhões, tornou-se praticamente inviável.

“São projeções desconectadas da realidade, elaboradas por um governo que demonstra pouco compromisso com a responsabilidade fiscal. Um país que gasta mais do que arrecada, sem planejamento e sem austeridade, permanece permanentemente sob risco e afasta investimentos, crescimento e geração de empregos”, conclui.

 

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