Capitão Contar diz que sua independência política irá permitir que ele possa fazer uma gestão técnica e competente no Governo do Estado

Durante entrevista para o jornal CBN Campo Grande nesta sexta-feira (16), o pré-candidato ao Governo do Estado, Capitão Contar (PRTB) defendeu que o próximo governador não pode ter "amarras políticas", pois precisa ter independência para escolher uma equipe técnica que possa trabalhar pelo melhor para a população.

Assessoria de Imprensa

Durante entrevista para o jornal CBN Campo Grande nesta sexta-feira (16), o pré-candidato ao Governo do Estado, Capitão Contar (PRTB) defendeu que o próximo governador não pode ter “amarras políticas”, pois precisa ter independência para escolher uma equipe técnica que possa trabalhar pelo melhor para a população.

“A minha primeira ação, caso seja eleito governador, será nomear um corpo técnico, competente de secretários. Pessoas que entendam dos problemas de Mato Grosso do Sul, que tenham gestão, tenham competência para tocar a educação pública, a segurança, a infraestrutura. Vamos abrir algumas caixas pretas, que ainda seguem obscuras nas gestões passadas. Nós queremos que não haja nenhum tipo de corrupção no nosso estado, queremos uma gestão limpa, transparente, honesta. Vamos governar para as pessoas, e não para grupos políticos”, diz Contar.

Ao ser questionado sobre uma possível dificuldade, caso seja eleito governador, por não ter uma grande base de apoio na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Capitão respondeu com muita segurança que vai ter diálogo com o parlamento e que não acredita que eles vão votar contra a população, que hoje está muito mais atenta com os posicionamentos de seus representantes.

“Eu tenho certeza que o parlamento estará alinhado em fazer a coisa certa. Quando o candidato se elege, ele está lá por uma missão. E as pessoas vão saber e vão cobrar desses eleitos, que eles façam a coisa da forma correta. O alinhamento vai ser pelo certo e não pela política. Em outro trecho da entrevista ele diz, “Nós não queremos que a Assembleia seja um cartório do governo”. Finaliza, Contar.

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